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Equipes técnicas dos acolhimentos institucionais participam de roda de conversa

Com o intuito de ampliar o conhecimento das equipes técnicas e coordenações dos acolhimentos institucionais acerca do Serviço Família Acolhedora (SFA), aconteceu no dia 19 de dezembro (2022) uma Roda de Conversa para apresentação do fluxo de indicação de acolhidos para o acolhimento familiar e apresentação detalhada do SFA. 

A roda de conversa contou com a participação de 06 (seis) equipes dos acolhimentos: Centro de Vivência (CV), CV1, CV2, CV3, CV4 e Casa de Acolhida, nas quais participaram ativamente e contribuíram com reflexões e perguntas. 

Para a coordenadora do serviço “esses momentos oportunizam a aproximação entre as equipes e a troca de informações, necessárias para o bom andamento dos serviços”, afirmou Cristiane Bronzoni. 

Como funciona o fluxo de inserção no SFA? 

Por medida protetiva, em primeiro momento o acolhido chega ao acolhimento institucional. Após verificar disponibilidade de famílias cadastradas e que atenda ao perfil do acolhido, as equipes técnicas dos dois acolhimentos realizam estudo de caso e compartilham com a técnica de referência da Vara da Infância e Juventude de Vitória e da SEMAS. Após essa etapa, inicia o processo de vivência entre a família e o acolhido (a). Somente a partir da vinculação, ocorre a transferência para o acolhimento em família acolhedora. 

Todo o processo é cuidadosamente acompanhado pela equipe técnica (assistente social e psicólogo) e, sobretudo respeitado o tempo da criança e/ou adolescente e da família acolhedora. Em paralelo, a família de origem do acolhido (a) é informado sobre a mudança de acolhimento. 

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